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Piloto da Latam é Detido em Congonhas e Caso Gera Forte Repercussão
A manhã do dia 9 de outubro parecia seguir a rotina comum no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Passageiros se organizavam para embarcar, aeronaves aguardavam autorização para decolagem e tudo indicava mais um dia normal de operações. No entanto, um acontecimento inesperado interrompeu essa tranquilidade e rapidamente chamou a atenção das autoridades e do público.

Durante os procedimentos de embarque do voo LA3900, com destino ao Rio de Janeiro, um piloto da Latam, de 60 anos, foi abordado por agentes da polícia e retirado da aeronave. A ação discreta, porém firme, revelou que o profissional era alvo de uma investigação em andamento, relacionada a suspeitas de envolvimento em crimes graves contra crianças e adolescentes. A prisão imediata gerou surpresa entre passageiros e funcionários do aeroporto.
Em nota oficial, a Latam confirmou a detenção do piloto e informou que o voo seguiu normalmente após os protocolos de segurança. A empresa também destacou que está colaborando com as autoridades e abriu uma apuração interna para esclarecer os fatos, reforçando seu compromisso com a ética e a responsabilidade.

Investigação Aponta Atuação Prolongada e Envolvimento de Outros Suspeitos
De acordo com a Polícia Civil, as investigações indicam que o caso não se trata de um episódio isolado. O inquérito teve início em outubro de 2025 e aponta para a existência de um esquema que teria operado por vários anos. Entre as suspeitas levantadas, está a participação do piloto em práticas relacionadas à exploração sexual e ao compartilhamento de material ilegal envolvendo menores.

Um dos desdobramentos da operação foi a prisão de uma mulher de 55 anos, que, segundo a polícia, teria ligação direta com o caso. As autoridades investigam a possibilidade de que ela tenha facilitado o contato entre o suspeito e três meninas, com idades entre 10 e 14 anos. Essas informações estão sendo analisadas com cautela, respeitando o sigilo e a proteção das vítimas.
Além dessas duas prisões, a operação policial incluiu o cumprimento de oito mandados de busca e apreensão contra outros quatro investigados. As ações ocorreram em diferentes pontos da capital paulista e também no município de Guararema, na Região Metropolitana. Até o momento, ao menos três vítimas foram identificadas, com idades entre 11 e 15 anos.
Os crimes apurados envolvem uma série de condutas previstas em lei, como favorecimento da exploração sexual, produção e armazenamento de conteúdo ilegal, aliciamento de menores, uso de documentos falsos e outras práticas associadas à violação da dignidade infantil. Para os investigadores, há indícios de que os suspeitos atuavam de forma organizada, com divisão de funções e continuidade nas ações.
A Polícia Civil segue analisando provas e não descarta novas prisões nem a identificação de outras possíveis vítimas. O caso reforça a importância da atuação das autoridades e da atenção da sociedade diante de situações suspeitas. Mais do que uma ocorrência policial, o episódio serve como alerta para a necessidade constante de proteção de crianças e adolescentes, além do incentivo à denúncia como ferramenta fundamental para interromper ciclos de violência e garantir justiça.