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Os Riscos Ocultos do Sexo Oral: O Que Muitos Ainda Ignoram

Para muitas pessoas, o sexo oral parece uma prática inofensiva, quase sempre vista como uma alternativa “mais segura” dentro da vida sexual. No entanto, por trás dessa aparente tranquilidade, existe uma realidade pouco discutida e que preocupa especialistas em saúde: o aumento das infecções sexualmente transmissíveis relacionadas justamente a esse tipo de contato íntimo.

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Sexo oral sem preservativo pode provocar doenças: entenda riscos e como se  proteger | G1

Nos últimos anos, médicos e pesquisadores vêm alertando para um crescimento significativo no número de casos de ISTs em diversas partes do mundo. Parte desse aumento está ligado à falsa sensação de segurança em práticas que, embora comuns, também podem representar riscos reais.

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O problema é que muitas dessas infecções podem se instalar de forma silenciosa no organismo. Em diversos casos, a pessoa infectada não apresenta qualquer sintoma evidente. Isso significa que alguém pode transmitir uma doença sem sequer imaginar que está contaminado. Essa característica torna o sexo oral uma das vias de transmissão mais negligenciadas quando o assunto é prevenção.

Sexo oral sem preservativo pode provocar doenças: entenda riscos e como se  proteger – Médica Infectologista em Curitiba

Entre as infecções mais frequentemente associadas a esse tipo de contato estão a sífilis, a gonorreia, o HPV, a clamídia e o herpes. Todas elas podem ser transmitidas quando há contato direto entre a boca e as regiões genitais, especialmente se existirem pequenas feridas, cortes ou inflamações que muitas vezes passam despercebidas.

Uma das doenças que mais preocupa especialistas é a sífilis. Causada por uma bactéria chamada Treponema pallidum, ela pode provocar feridas aparentemente inofensivas e indolores. O grande perigo é que, quando não tratada, a infecção pode evoluir para estágios mais graves e causar danos sérios ao organismo.

Sexo Oral Sem Proteção? Só Se Você Quiser Arriscar!

A gonorreia também aparece com frequência entre os casos relacionados ao sexo oral. Essa infecção, causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, pode atingir a garganta, provocando dor, inflamação e desconforto. No entanto, em muitos casos, a pessoa não sente absolutamente nada, o que facilita a transmissão para outros parceiros.

Outro vírus bastante conhecido é o HPV, o papilomavírus humano. Ele pode provocar verrugas genitais e, em determinadas situações, está associado ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer. A transmissão pode ocorrer durante o sexo oral, especialmente se houver qualquer tipo de lesão na boca.

O herpes também merece atenção. Existem dois tipos principais do vírus: um mais associado à região oral e outro à região genital. Durante o contato íntimo, ambos podem ser transmitidos entre as áreas do corpo.

Prevenção e Informação: As Armas Mais Poderosas

A contaminação acontece principalmente através do contato direto entre boca e genitais. Mesmo um contato breve pode ser suficiente para que bactérias ou vírus sejam transmitidos, especialmente quando há troca de fluidos corporais.

Sexo oral sem preservativo pode provocar doenças: entenda riscos e como se  proteger - BBC News Brasil

Por isso, especialistas reforçam que a melhor forma de proteção continua sendo o uso de preservativos ou barreiras de proteção durante o sexo oral. Embora muitas pessoas ainda não tenham o hábito de utilizá-los nessa prática, eles reduzem significativamente o risco de transmissão de doenças.

Outro ponto fundamental é a realização de exames periódicos. Pessoas sexualmente ativas, principalmente aquelas que possuem mais de um parceiro, devem realizar testes regularmente para identificar possíveis infecções de forma precoce.

Dados de pesquisas recentes também mostram um cenário preocupante: houve uma redução no uso de preservativos entre jovens, especialmente na faixa etária entre 15 e 24 anos — justamente o grupo mais afetado por ISTs.

Apesar de o risco de transmissão de algumas infecções, como o HIV, ser menor no sexo oral, ele não é inexistente. Quando há feridas na boca ou na garganta, as chances de contágio podem aumentar.

No fim das contas, a informação continua sendo a ferramenta mais poderosa para evitar problemas. Conhecer os riscos e adotar medidas de prevenção pode fazer toda a diferença para manter uma vida sexual saudável e segura.

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