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Tragédia em Florianópolis: O Destino Que Mudou Tudo em Uma Noite de Festa

Era para ser apenas uma noite de alegria, risadas e reencontros em família. Ninguém, absolutamente ninguém, poderia imaginar que aquela celebração terminaria marcada por uma tragédia que abalaria Florianópolis e deixaria o Brasil inteiro em silêncio.

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Naquela madrugada fatídica, o destino cruzou o caminho de Mariana de Abreu Bastian, uma mulher admirada, carismática e exemplo de determinação. Empresária de sucesso à frente da Brasil Low Carb, ela também conquistava corações como apresentadora do programa “20VÊ”, exibido na TVCOM. Seu sorriso transmitia leveza, e sua fala inspirava mudança — era uma daquelas pessoas raras que pareciam feitas para iluminar o caminho dos outros.

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Mas o que era para ser um retorno tranquilo para casa após uma celebração em família se transformou em um pesadelo. No carro com Mariana estavam o filho pequeno, Ricardo, o motorista Luiz Gustavo Bezerra e o amigo Vinícius Carvalho. Nenhum deles sobreviveu.

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O impacto foi tão violento quanto inesperado. As autoridades ainda investigam as causas do acidente, tentando entender o que realmente aconteceu naquele curto e trágico percurso. Para os que ficaram, não há respostas que apaguem a dor.

Nas redes sociais, a notícia se espalhou como um vendaval. Comentários, homenagens e lágrimas inundaram o ambiente virtual. Amigos descreviam Mariana como “uma força da natureza”, “um coração gigante” e “uma mulher que transformava a vida de quem tocava”. Mas o que mais partiu os corações foi o fato de o pequeno Ricardo ter partido junto da mãe — uma separação brutal que desafiava até mesmo a fé dos mais fortes.

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Era como se o tempo tivesse parado. O brilho de uma mulher que ensinava tantos a cuidar da própria vida se apagava de forma trágica, levando consigo um pedacinho da esperança de todos que a conheciam.

O Clamor do Luto: Uma Cidade de Joelhos Diante da Dor

Quando o sol nasceu sobre Florianópolis naquela manhã, a cidade parecia diferente. O ar carregava um silêncio pesado, quase sagrado, como se o luto coletivo tivesse tomado forma.

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Entre as muitas mensagens de despedida, uma em especial atravessou o coração de todos: o desabafo de Carlos Bastião, marido de Mariana e pai do pequeno Ricardo. Suas palavras, repletas de dor e incredulidade, ecoaram entre familiares, amigos e desconhecidos que se uniram em solidariedade.

“Perdi meu amor e meu menino… tudo que eu tinha de mais puro nesse mundo.”

A confissão de um homem destroçado pela perda deu voz ao sofrimento de muitos. Como seguir em frente quando o destino arranca, de uma só vez, quem você mais ama?

Enquanto a investigação tenta reconstruir os últimos minutos antes do impacto, uma rede de apoio se formou espontaneamente. Amigos, conhecidos e até pessoas que nunca haviam cruzado o caminho de Mariana passaram a enviar mensagens, flores e orações. Velas foram acesas, e o nome dela — símbolo de saúde, vitalidade e propósito — passou a ser lembrado com reverência e amor.

Florianópolis parou. O comércio reduziu as atividades, e instituições ligadas ao trabalho de Mariana prestaram homenagens comoventes. O sentimento era unânime: a perda de Mariana e Ricardo foi uma ferida aberta no coração de toda uma comunidade.

E agora, o que resta é o eco das lembranças — os risos que um dia preencheram a casa, os projetos interrompidos, as promessas que o tempo não permitiu cumprir.

Entre lágrimas e homenagens, a cidade tenta se reerguer, mesmo sabendo que nada voltará a ser como antes. Porque algumas tragédias não apenas interrompem vidas — elas mudam para sempre o curso de quem ficou para contar a história.

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