Xuxa chora ao revelar que Sasha está com ca…Ver mais
O Segredo Que Xuxa Guardou Por Anos: Um Ritual Que Nem o Tempo Apagou
Durante a gravação do Wow Podcast, o estúdio inteiro silenciou. A mulher que por décadas foi sinônimo de luz, alegria e fantasia — a eterna “Rainha dos Baixinhos” —, de repente, deixou o riso de lado. Xuxa Meneghel, acostumada a transformar câmeras em aliadas e multidões em plateias encantadas, decidiu abrir o coração de um jeito que ninguém esperava.

E o que veio a seguir não foi apenas uma lembrança, mas uma confissão que tocou — e dividiu — o país inteiro.
Com o olhar perdido em recordações e um sorriso que misturava ternura e saudade, Xuxa revelou um costume guardado a sete chaves. Um gesto tão íntimo e simbólico que nem a fama, o tempo, ou a distância puderam arrancar de sua rotina.

Ela contou que, até hoje, mesmo com Sasha adulta, casada e independente, ainda gosta de dar banho na filha, secar seus cabelos com carinho e cuidar de cada detalhe — como fazia quando ela era apenas uma menininha.
O público ficou sem fôlego. Havia algo quase poético na maneira como ela descrevia aquele momento: o som da água, o cheiro do sabonete, o toque das mãos que já embalaram tantos sonhos. “É um instante só nosso”, deixou escapar, quase num sussurro.
Ali, diante de milhões de espectadores virtuais, Xuxa mostrava que a maternidade vai além da biologia — é uma linguagem própria, feita de gestos que o mundo talvez nunca compreenda por completo. O banho, para ela, não é apenas cuidado físico. É um reencontro. Um diálogo silencioso entre olhares, onde mãe e filha se reconhecem, se protegem e se fortalecem.
Entre o Amor e o Julgamento: O Ritual Que Dividiu o Brasil
Quando a entrevista foi ao ar, as redes sociais se transformaram em um campo de batalha de opiniões. De um lado, quem se emocionou com a doçura da história — chamando o gesto de um exemplo raro de amor puro e incondicional em tempos em que o afeto parece escasso. Do outro, quem se mostrou desconcertado, argumentando que certos hábitos deveriam permanecer apenas na lembrança da infância.
Mas por trás do burburinho digital, havia algo mais profundo. Xuxa, sem perceber, havia reacendido uma discussão antiga e necessária: até onde vai o limite entre o amor e as convenções sociais?
Em algumas culturas, rituais como esse são vistos como naturais, até sagrados — um modo de preservar o vínculo familiar. Em outras, são interpretados como algo que deve ser deixado para trás, em nome da “maturidade”.
E foi exatamente nesse ponto que a confissão da apresentadora ganhou uma nova dimensão. Não se tratava apenas de um gesto íntimo entre mãe e filha, mas de um símbolo da luta silenciosa que tantas mulheres travam: a de manter vivo o amor em meio à correria, às cobranças e às transformações da vida adulta.

Para Xuxa, o tempo pode mudar tudo — a carreira, o corpo, os planos —, mas jamais o vínculo que a une a Sasha. O banho que compartilham é mais do que um costume: é um amuleto contra o esquecimento. Um lembrete de que o amor verdadeiro não se mede por idade, e sim pela constância dos gestos que o sustentam.
E talvez seja por isso que sua revelação causou tanto impacto. Porque, no fundo, todos nós temos nossos próprios rituais secretos — pequenos atos que nos conectam às pessoas que mais amamos.
Alguns preferem esconder, outros transformam em histórias. Xuxa escolheu o caminho mais difícil: revelar.
E o que ficou, depois de tanto debate, foi uma certeza silenciosa — uma daquelas verdades que não precisam de aplausos para existir: o amor, quando é real, não precisa de permissão. Ele apenas acontece. Mesmo que o mundo inteiro não compreenda.